segunda-feira, 21 de setembro de 2020

Tratamento Conservador de Fraturas

 Chamamos de tratamento conservador quando nos referimos ao modo de tratar uma fratura sem a necessidade de uma cirurgia. O método conservador utiliza a imobilização estabilizando o segmento lesado para permitir ao organismo que “cole” o osso.

Por vezes pode necessitar antes da imobilização uma “redução”, que é o ato de manipular o segmento fraturado para alinhá-lo. A manipulação pode ser realizada com anestesia focal, sedação e às vezes até anestesia geral.





sexta-feira, 11 de setembro de 2020

Dormência no braço x Coluna Cervical

 Sensação de dormência em um ou dois braços (chamada de parestesia) pode ter algo a ver com problemas na região do pescoço (cervical) ? SIM !

A sensação de parestesia nos membros superiores podem ter várias causas, mas uma das mais comuns são alterações na coluna cervical, sejam posturais, degenerativas (desgaste nas articulações entre as vértebras, desgaste nos discos intervertebrais), etc. Conforme o local da dormência, o ortopedista pode ter uma ideia da causa, conforme mostram os “dermatômeros” abaixo.



A dica é que dormência no braço, na mão, nem sempre é problema de circulação, de coração, como popularizado. Vale a pena verificar também com seu ortopedista.

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Tonturas x coluna cervical

 Tonturas podem estar relacionadas à problemas na coluna cervical, como artrose, discopatia degenerativa, contraturas musculares decorrentes da má postura, etc.

Pode haver compressão das artérias vertebrais, diminuindo o fluxo às áreas responsáveis pelo equilíbrio, causando sensação de vertigem ou tonturas rápidas. A pessoa ao sentir - se tonta, fica nervosa, apreensiva, alimentando seu sistema nervoso podendo causar ainda palpitação, mais contratura cervical e dor. 

A dica é corrigir a postura cervical (cuidado com uso de computador, celular), aplicar calor local para relaxar a musculatura, consultar com seu médico de confiança e lembrar que tonturas nem sempre estão associadas a doenças do “labirinto”.

quinta-feira, 20 de agosto de 2020

Lombalgia

 Lombalgia é uma dor na região lombar baixa relacionada a esforço, períodos prolongados em uma mesma posição ou distúrbios específicos na região lombar. Pode ser bem limitante, necessitando por vezes avaliação médica especializada. A maioria das vezes a dor é de origem miofascial, aliviando em poucos dias. Porém a persistência dos sintomas deve ser avaliada. Rx, Tomografia e até Ressonanacia Magnética podem ser utilizadas, mas nunca antes de um bom exame do paciente pelo ortopedista. Há medicações específicas para cada caso, mas recomendo sempre calor local, posicionar-se com as pernas na posição “encolhida” o suficiente para dar uma sensação de conforto na região lombar, e consulte se não melhorar em 1 a 2 dias.

terça-feira, 18 de setembro de 2018

Tipos de Imobilização em Traumatologia: Tala

TALAS GESSADAS
São imobilizações com gesso sem envolver toda a circunferência do local, complementada e ajustada com ataduras. Usada nas primeiras semanas de fraturas pois caso o local traumatizado apresente inchaço, não haverá compressão nem distúrbio da circulação. Pode ser usada como imobilização em fraturas, tendinites, entorses, lesões ligamentares.
Como é confeccionada com gesso, não pode ser forçada, molhada nem sofrer carga excessiva pois irá quebrar perdendo sua eficácia, uma vez que um dos objetivos da imobilização é o alívio da dor após um trauma ou processo inflamatório. Deve ser reajustada ao afrouxar, o que é comum de ocorrer à medida que o local afetado vai desinchando.

segunda-feira, 20 de agosto de 2018

Tipos de Tratamento de Fraturas

Existem varios métodos para tratar uma fratura e a escolha entre eles depende do tipo de fratura, do local da fratura, da gravidade da fratura, se é fechada ou com exposição óssea, das lesões associadas, da experiência do profissional, até mesmo dos recursos locais.
Os métodos são, desde simples imobilização provisória, imobilização gessada, uso de imobilizadores especiais, até redução e imobilização, redução incruenta, redução cruenta com fixação, fixação interna, fixação externa.
Em uma mesma fratura, mais de um método dos citados acima podem ser corretos, e o profissional em acordo com o paciente, escolherá o mais adequado para o momento.
Falarei de todas elas mais adiante.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Fraturas Expostas

Até mesmo por desconhecimento, muitas pessoas chamam uma fratura com muita deformidade, mas sem nenhuma ferida associada, de fratura exposta. Mas na realidade, FRATURA EXPOSTA é aquela em que o osso ao quebrar entra em contato com o meio externo, perfurando a pele ou através de um ferimento que aprofundou-se até chegar ao osso fraturado.
Existem classificações conforme a gravidade, todas levando mais em consideração a gravidade da ferida, pois o que mais importa em uma fratura é o envoltório do osso, que quanto mais íntegro estiver, maior a chance de recuperação.
Lesões de músculos, vasos, nervos, sujeira na ferida, são fatores que dificultam a cicatrização do osso e do membro envolvido.
Mesmo as fraturas com um ferimento muito pequeno exigem atendimento adequado por profissional especializado, as feridas devem ser limpas, as fraturas alinhadas e imobilizadas, devem ser tratadas com antibióticos, profilaxia do tétano, além da analgesia.
A complicação mais comum das fraturas expostas é a infecção.